INTERNAÇÕES

NORMAS QUE AJUDAM NA RECUPERAÇÃO COM JESUS

DA ENTIDADE:

 

Artigo Ia – O DJE dar abrigos a acolhidos cujos problemas sejam: drogas, tabagismo, alcoolismo ou comportamento atentatório à moral e aos bons costumes. Casos de comprometimento psiquiátrico deverão ser avaliados. Não havendo adaptação do interno em 15 dias o mesmo será encaminhado à família;

 

Artigo Ib – O  DJE não acolhe menor nem pessoas idosas e pessoas que necessitem de acompanhamento diário e que não fazer suas necessidades básicas e atividades com autonomia própria.

 

Artigo II – O DJE não é uma área de lazer, portanto, é dever de todos cuidar da sua limpeza e organização e zelar pela integridade moral da entidade. Beijos abraços e carícias não são permitidos nas dependências da mesma.

 

Artigo III – O DJE não permite ao acolhido permanecer com dinheiro ou mesmo recebê-lo de visitantes. Todo o dinheiro deve ser encaminhado para a diretoria que irá usá-lo para gastos necessários do acolhido, ou devolvê-lo em caso de saldo ao responsável, quando o acolhido deixar a entidade  será depositado na conta da instituição os valores superiores aos permitidos e o comprovante estará arquivado na ficha do acolhido com ficha controle

 

Parágrafo Único: Os depósitos serão permitidos nos casos em que os familiares são ausentes, sem vínculos familiares ou seus familiares moram distante e não tenham conta corrente e façam permissão de próprio punho e, estando estes valores a sua disposição na situações de desligamento, alta ou situações afins.

 

DO RESIDENTE:

 

Artigo IV - Regras Fundamentais, passivas de desligamento imediato no seu descumprimento:

 

  • Não é permitido o consumo de drogas, tanto as de caráter legal como a ilegal (incluem o álcool e o tabaco);

  • Não é permitida a violência física ou ameaça de violência física e psicológica;

  • Não são permitidas relações sexuais entre acolhidos e insinuações de mesmo teor para o acolhido a qualquer pessoa;

  • Não é permitido ausentar-se da Instituição sem dar conhecimento a Coordenação;

  • Não é permitida a partilha de objetos de espécie alguma; e

  • As Correções de Comportamento são de caráter Terapêutico serão aplicadas em consonância com a equipe técnica e a equipe de trabalho.

     

    Artigo V - Regras Obrigatórias para permanência como acolhido:

     

    Obedecer a Diretoria, a coordenação, aos demais voluntários e aos monitores responsáveis;

    Cumprir o PAS (Programa de Acolhimento Voluntário).

    Participar em todas as reuniões, Espiritualidade, grupos terapêuticos ou atividades de terapia ocupacional e de lazer conforme o estabelecido no PAS;

    Ouvir a repreensão e cumprir o deliberado;

    Cumprir o horário; Permitir a retenção de todos os objetos, roupas e livros vindos consigo, familiares, responsável legal ou de outras situações, até apreciação da direção;

    Submeter-se à revista pessoal, e permitir a revista de malas após a chegada de fim de semana ou em outros motivos para tirar dúvidas;

    Que os telefonemas sejam supervisionados pelo monitor no tempo estabelecido no PAS;

    Manter sempre arrumados os objetos pessoais em seu armário (sapatos, roupas, objetos de higiene, etc.);

    Arrumar a cama; Manter-se asseado cumprindo as regras de higiene elementares;

    Limpar de imediato o que sujar por acidente ou não;

    Após utilização dos sanitários limpa-los convenientemente.

     

    Artigo VI - Não é permitido:

     

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    Manter relações privilegiadas;

  • Trocar roupa e objetos entre acolhidos, a não ser com a autorização da Coordenação;

  • Circular nas suítes e/ou alojamentos alheios;

  • Mudar de suítes e/ou alojamentos (as suítes são distribuídas pela Coordenação);

  • Fazer das suítes e/ou alojamentos uma sala de estar e entrar ou sair em horários não permitidos;

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  • Ter dinheiro em seu poder;

  • Usar palavras obscenas ou vulgares, ou conversações negativas, sobretudo sobre o passado.

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  • A permanência no Centro tem caráter voluntário. Se o acolhido desejar abandonar o programa deverá comunicá-lo à direção com 24 horas de antecedência. De qualquer modo, recomendar-se-á ao acolhido que reflita sobre o passo que vai dar e que resista ao impulso de abandonar o tratamento, uma vez que é natural que uma pessoa que tenciona deixar a droga se sinta impaciente e com dificuldades, sobretudo na primeira fase do programa. Mantendo-se a decisão de abandono este deverá sair acompanhado de um familiar ou a pessoa responsável pelo ingresso, na impossibilidade de um acompanhante ao destino até a sua localidade, o Centro não poderá nunca ser responsabilizado pelo comportamento (qualquer que seja) do acolhido.

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  • A permissão para escrever e receber cartas, receber visitas ou telefonemas segue o estabelecido em cada uma das fases.

    Obs.: com o fim de evitar que pelo correio possa chegar droga ou dinheiro não autorizado, toda a correspondência (cartas, pacotes postais, etc.) será revistada e lidas.

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  • A falta de cumprimento das regras fundamentais conduzirá ao desligamento.

  • O desligamento só se cumpre após contato com a família se houver meio, não havendo será passado e-mail ou mensagem para seu responsável a administração insistirá até ter retorno do familiar ou responsável pelo seu acolhimento.

     

    Artigo VII – No Acolhimento o acolhido será submetido a uma revista geral o mesmo, acontecerá nas saídas para resolver pendências pessoais mesmo que sai e volte acompanhado

     

    Artigo VIII – Roupas estampadas ou escritas deverão ser devolvidas à família, assim como todos os objetos desnecessários para sua recuperação, tais como: Fotografias, anéis, pulseiras, brincos, espelhos, rádios, livros, revistas, alicates de unha, tesouras, etc.

     

    Artigo IX – Para um bom andamento de sua recuperação o acolhido deve obedecer criteriosamente às normas já em vigor e as que eventualmente venham a existir, objetivando melhorias no processo de sua recuperação constando ou fazendo constar no PAS.

     

    Artigo X – O Acolhido deve prestar disciplina aos voluntários, diretores e coordenadores da entidade, a sua insubordinação implicará em seu desligamento.

     

    Artigo XI – O Acolhido não tem autorização para sair do DJE por qualquer motivo antes de completar o seu tempo de fase. Casos específicos serão avaliados pelo  Diretoria obedecendo o PAS dentro do planejamento da Instituição.

     

    Artigo XII – Não é permitido ao acolhido fazer reuniões para conversar assuntos que não contribuem para progresso de seu tratamento.

     

    Artigo XIII – O acolhido deve participar de todas as atividades desenvolvidas no PAS.

     

    Parágrafo Único: As atividades de Lazer e de estimulação mental e aprendizado (Jogos instrutivos, Caça Palavras, artesanatos e afins) os horários serão planejados pela coordenação e monitorados pela equipe de Trabalho.

     

    Artigo XIV – caso o acolhido tenha problemas a resolver, deve autorizar a família a fazê-lo através de procuração os casos omissos serão avaliados e decididos pela Diretoria em conformidade com o PAS.

DOS RESPONSÁVEIS, PARENTES E AMIGOS:

 

Artigo XV – O acolhido só poderá ter acolhimento se for por vontade própria;

 

Artigo XVI – Aos familiares, amigos e parentes não é permitido trazer problemas para de qualquer natureza para o acolhido, nem interferir nas decisões internos da entidade conforme o estabelecido no PAS. Todos os problemas com relação ao acolhido devem ser levados ao conhecimento da Coordenação Interna.

 

Artigo XVII – Aos visitantes não é permitido entrar com os seus pertences nas dependências da entidade. Os mesmos devem ser deixados na administração, principalmente Telefone Celular, câmaras fotográficas e Filmadoras. O material destinado ao acolhido lhe será entregue após o horário de visita pela Equipe de Trabalho após avaliação dentro das normas e procedimentos.

 

Artigo XVIII – Os responsáveis pelo acolhido devem se comprometer a manter o contato com a Coordenação/administração da entidade pelo menos três vezes por semana e com o acolhido após o 1º mês de acolhimento, através de visitas regulares, a fim de ajudá-lo na sua recuperação. As visitas serão todos os domingos das 13h00minh as 16h45minh, e as reuniões familiares semanais serão previamente marcadas.

 

Parágrafo Único: As famílias terão palestras ou reuniões de quinze em quinze dias  com almoço de inserção familiar o custeio do almoço é da família é ou responsável o do acolhido é grátis.

 

Artigo XIX – No acolhimento é necessário todos os documentos e comprovante de residência, tanto do acolhido com do responsável legal, no caso do acolhido, comprovante de residência, caso não resida no mesmo endereço. Permanecerá apenas um com ele como foto.

 

Parágrafo Único: Os acolhidos que não tem documento, ou falta algum, se constar no PAS e na declaração de punho que é feita pelo acolhido e pelo responsável. A família ou responsável custeará valores para retiradas dos mesmos ficando incumbidos de acompanhá-los para retiradas deles. Os sem vínculos famílias ou responsável ficara na responsabilidade da instituição obedecendo a seus critérios para tais fins e será junto a Rede Pública.

 

Artigo             XX – Qualquer ajuda dos familiares ao acolhido ou a entidade, deve ser entregue à Coordenação, quer seja alimentos, dinheiro, roupas ou qualquer outro tipos de doações.

 

Artigo XXI – O acolhido que esteja debilitado fisicamente não poderá ser acolhido, pelo fato da entidade não ter condições de assessorá-lo clinicamente. Uma vez que o acolhido vier a adoecer será levado pela família para ser hospitalizado, podendo retornar assim que possível.

 

Parágrafo Primeiro: Não é de responsabilidade da Instituição Tratamento Médico, Exames Médicos e situações afins. Os casos de emergência serão socorridos para a Unidade de Saúde mais próxima e famílias ou responsáveis prosseguirão com os procedimentos médicos e de saúde do acolhido;

 

Parágrafo Segundo:  Os acolhidos só retornarão ao acolhimento com parecer médico de quem podem permanecer em acolhimento sendo respeitado a filosofia da instituição.

 

Artigo XXII – O Acolhido, em sua opção pessoal, poderá optar em fazer tratamento em outra unidade DJE, assim sendo, a familiar arcará com os custos de passagens de ida e volta.

 

Parágrafo Único: Os acolhidos que porventura venha apresentar dificuldades na unidade de acolhimento e, a Diretoria der parecer favorável para sua transferência os custos serão dos familiares ou do responsável legal no que se refere a custo operacional e de passagens.

 

Artigo XXIII – Toda correspondência relativa ao acolhido será avaliada, a fim de preservar os objetivos da sua recuperação.

 

Artigo XXIV – O candidato que fizer uso de medicamentos controlados será acolhido (Avaliação por um profissional de Saúde) em caráter experimental por um prazo de 15 (quinze) dias, devendo prosseguir o seu tratamento caso tenha se adaptado nesse período.

 

Parágrafo Único: Nunca será acolhido pessoas com problemas psiquiátricos, salvo os considerados psiquiatria leve e com avaliação de um profissional de Saúde.

 

Artigo XXV – Não é permitida a entrada  nas dependências da entidade de acompanhantes e/ou visitantes vestidos com shorts, bermudas, camisetas regatas, e mulheres com mini saias, mini blusas, roupas transparentes ou que causem sensualidade.

 

Artigo XXVI - O desligamento só com acontecerá mediante vontade pessoal, descumprimento do PAS,  autorização judicial ou por Alta Terapêutica.

 

Parágrafo Único: O acolhimento é de no mínimo seis meses, com avaliação e parecer técnico de Alta Terapêutica e no máximo 12 (doze) meses.

 

Artigo XXVII: A unidades que tiverem monitoramento de câmara serão arquivados por no mínimo dozes meses para questões administrativas e jurídicas dando ciência aos familiares e aos que solicitarem acolhimento dando ciência na declaração de punho.

 

Parágrafo Único: Nunca será liberada imagem, hipótese alguma, a não ser por solicitação Judicial.

(012) 3956 3506

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